Jornada de Luta por Reforma Agraria

Jornada de Luta por Reforma Agraria

 

            O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizou a Jornada de Lutas por Reforma Agrária Popular em defesa da Amazônia, Essa atividade aconteceu na praça São Brás em frente ao mercado.  Massacre Nunca Mais! De 15 a 17 de Abril em Belém do Pará. Mais de 400 camponeses/as da região norte e nordeste paraense participaram vindos dos municípios com seus produtos de origem familiar.

Com três dias de atividades, foi realizada a 5ª Feira da Reforma Agrária “Mamede Gomes”; com debates temáticos sobre a produção de alimentos saudáveis, educação e cultura, sobre os direitos sociais, exibição de vídeos, exposição de fotografias e apresentações culturais.

A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, em parceria com MST esteve na construção do espaço e debate sobre a educação e direitos humanos. Neste momento na pessoa da professora e membra da SDDH Elisety Veiga esteve na roda de conversa com tema: Educação Popular e o Legado de Paulo Freire no século XXI que contou com a participação de João Colares da Cátedra Paulo Freire e Professor da UEPA, Elisety e Carla Lagóia do Setor de Educação do MST.

No debate Veiga apresentou sua história de vida como mulher educadora popular, na sua formação com da base teórica de Paulo Freire.  Na discursão também como serviu como momento de reflexão sobre os ataques que veem sofrendo o alegado de Freire pelo atual governo que é visto como uma ameaça ao projeto popular e que o legado Freireano defende a educação para todos.

Para pesquisadora Karen de Fátima Maciel em 2011 expôs que “As experiências de Educação popular passam a ter um caráter maior de organização política a fim de conscientizar e contribuir na organização popular. Este foi um momento de articulação dos compromissos políticos assumidos com movimentos sociais populares, os quais consideramos como movimentos de classe que tem por objetivo a condução da transformação da sociedade a partir do lugar político popular”.  Tanto a professora que atua no movimento do MST, quanto o professor da UEPA e Elisety do SDDH citam essa importância da educação popular para “organização popular”.

“SDDH tem o projeto de Educar e resistir na Amazônia, atuação da formação social entorno de seu direitos humanos dialogado com estudante nas escola discutido seu espaço de convivência nos termos crítico da política públicas” descreve Veiga. Para pedagoga do MST, Carla Lagoia diz “que foi através da sua pesquisa entrou no movimento, no MST que foi militando e apreendendo o que é educação popular” ela ver sua maior referência principal é Paulo Frei e diz que neste ano é lançado a campanha de 100 anos do legado de do Educador Popular.

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