HOJE A AULA FOI NA RUA

 

O ato do dia 15 de maio foi realizado pelos movimentos sociais, Sindicatos, Diretório Central dos Estudantes, União Nacional dos Estudantes, Central única dos Trabalhadores, etc, estavam nas ruas em defesa da educação contra o corte dos recursos destinados à Educação e contra a reforma da previdência que está em curso e são apresentados pelo então presidente Jair Bolsonaro.

O local do protesto teve início na Praça da República no centro de Belém. Ao final da manifestação, segundo os organizadores contou com a participação de mais de 100 mil pessoas, sendo que em sua maioria estudantes, professores, tanto das escolas publicas secundaristas, técnicas, Graduação e pós-graduação, de universidades particulares de Belém e Região Metropolitana.

Todo o percurso da manifestação foi pacífica feito com gritos de ordem dos estudantes contra o governo Bolsonaro, com cantos, intervenção teatral foi apresentada pela escola de teatro e dança da UFPA, faixas e cartazes com palavras de ordem em favor da educação.

O ato teve um percurso da praça da república até Assembleia Legislativa do Estado do Pará (ALEPA) onde uma comissão foi tirada para fazer a carta cobrando das autoridades do estado e dos deputados e deputadas federais do estado do Pará, para votar não à reforma da previdência e cobrem do presidente da repúblicas os recursos destinados para educação anunciada pelo ministro da Educação Abraham Weintraub que declarou cortes de 30% dos recurso destinados às universidades federais. Segundo os professores e estudantes isso afetará os projetos de extensão das universidades de todo o país.

O presidente Jair Bolsonaro eleito em 2018, se auto declara da direita, ataca as populações de comunidade tradicionais principalmente os estudantes indígenas, quilombolas que ganham bolsas para se manter que vieram de diversos municípios do estado do Pará foram mais de 40 cidades no estado. Estes jovens defendem a educação pública. Segundo o estudante de História do Território de Jambuaçu, do município de Moju e da comunidade Poace fala que ato é de fundamental. “Sabemos da importância, principalmente para os quilombolas de onde vem, que esse corte vai afetar todos os estudantes Quilombolas, sabendo que a gente passa para chegar na universidade e permanecer dentro da UFPA” diz a universitária.

Motivados com o resultado do ato, os movimentos estudantis garantem que as próximas mobilizações serão maiores. Garantirão as reflexões da importância de manter todas as universidades estaduais e federais, reunir com professores, alunos secundarista e escolas técnicas federais também se será a motivação para participar contra os cortes na educação. Segundo os organizadores esta aula do dia 15M foi uma das maiores manifestações de Belém e já ficou para história.

 

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