Noticiário SDDH

Todos contra a fome, é um ato de rebeldia


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Por Cristivan Alves

  
Solidariedade, Rebeldia, Revolução. Em tempo que o Brasil mergulha no abismo da fome. Movimentos Sociais, como: Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) e Movimento dos Trabalhadores(as) Rurais  Sem Terra (MST), realizarão na manhã de domingo (25), a terceira Campanha de Solidariedade para doação de alimentos em Belém e Região Metropolitana.

 
A campanha de 500 cestas básicas destinadas para Associação dos Discentes Quilombolas Universidade Federal do Pará (ADQ), Associação dos Povos Indígenas Estudantes na Universidade Federal do Pará (APYEUFPA) (principalmente os estudantes que não tem nenhum auxílio estudantil para se manter na faculdade), Malungu e o Núcleo de Mulheres de Diversidade Popular e Ambiental, que estão em vulnerabilidade de Belém, Ananindeua e Benevides, e a população LGBTQI+. Está ação também celebrou o dia do Trabalhador/a Rural. Os Estudantes indígenas representam diversos povos de vários estados do Brasil quem venham para Belém Estudar e estudantes Quilombolas são das diversas Comunidades Quilombolas do Estado do Pará.

 
A mística de entrega das cestas básicas começou  com a fala da Coordenadora do MST Jane Cabral diz que: “Nós fazemos está ação para dizer que nenhum povo, nenhum trabalhador e trabalhadora, nenhuma família brasileira merece passar fome. Primeiro que nós estamos em uma país que tem imensidão de Terra que pode ser agricultada. Que essas terras estejam nas mãos de trabalhadora e trabalhadores, porque só eles que podem fazer com que essas terras sejam realmente sejam produtivas, que está alimentação esteja na mesa do trabalhador, e que não aconteça como acontece com agronegócio por exemplo, levar para fora, e não fica esta alimentação aqui, se ficasse nós não teríamos ninguém passando fome. Segundo para dizer que está doação, essa solidariedade não pode ser vista como uma forma de assistencialismo, que as pessoas acham há são coitadinho, não por isso que foi muito importante está ação de hoje, que desde sexta-feira, estamos aqui na CNBB que é um espaço que nós acolhemos”. Jane fala também da participação das pessoas que ajudaram a organizar as cestas que: “Uns dos processos mais bonitos é de o culpar a terra para produzir, isso o MST faz há anos”.

   A Jane fala das ações solidaria MST Nacional diz que: A nível nacional o MST doou mais de 5 mil tonelada de alimentos nesta época de pandeia, já doou também mais de 970 mil marmita solidárias. Nós fazemos isso com muita felicidade, porque para nós isso é muito enriquecedor quando a gente sabe que muitos Brasileiros estão recebendo alimentos a nossa propaganda não é para se enaltecer, mas sim para dizer que realmente os trabalhadores e trabalhadoras se a nos foi dado direitos de está na terra de ter um bom emprego na cidade, nos não morremos de fome, até mesmo somos nós que trabalhamos para gerar riquezas neste país.


Jane diz mais que: Este  momento é de compartilhar alegrias, compartilhar alimentos, compartilhar  sonhos, e desse compartilhar de rebeldia, pra gente isso aqui é um ato de rebeldia, em um país que o governo pensa e crer que está fazendo de tudo para o povo passe fome, que o povo esteja muito obediente, que a maioria dos povo moram.

 
O coordenador geral da SDDH e Advogado  Marco Apolo Leão continua a programação falando da parceria da terceira campanha solidariedade e da rede de movimentos sociais que se juntam para ajudar principalmente neste tempo de Pandemia, diz que: Estamos em um momento em a morte é celebrado, que vira políticas públicas de  estado, a gente se  recusa a isso, agente quer a vida como política pública de estado. O direito alimentação é um direito humano.

 
A estudante Quilombola, de Igarapé Preto, Município de Oeiras do Pará,  Ângela Cristina dos Santos Gomes  diz que: “Nós que somos quilombola estamos aqui para apreender  para o crescimento da nossa própria comunidades, está recebendo essa ajuda aqui é muito bom, por causa de toda uma luta que a gente passa morando aqui distante da nossa comunidade, com todas as dificuldades”. Agenla afimar que: “a cesta recebida vem dar uma ajuda muito grande, porque não recebo auxílio para ajudar me manter estudando”.


Para a estudante indígena, Santa Isabel do Rio Negro, Estado do Amazonas, membra da APYEUFPA, diz que: “É de suma importância essa ação dos Movimentos SDDH e MST que estão colaborando com nosco com essa ajuda de cesta básica, nós estudantes que estamos em Belém sabemos que neste tempo de pandeia os preço subiram e quanto o custo é alto, então essa colaboração é muito importante para nós indígenas, que muitos tem famílias, não é só um estudante, mas que tem seus filhos. Essa solidariedade nós ajuda neste mês de julho e agosto. A estudante faz o agradecimento todos os envolvidos nesta ação”.


Os alimentos vieram do Assentamento Abril Vermelho no Município de Santa Bárbara, o Acampamento Carlos Marighella, Assentamento  Luiz Carlos Preste ambos no Município de Irituia e o Assentamento Carlos Lamarca em Capitão Poço.


Foto: Cristivan Alves


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